Se você abriu qualquer rede social nos últimos meses, com certeza viu alguém comentando sobre o filme Michael. A cinebiografia, que estreou com a promessa de ser o maior evento do cinema em 2025/2026, está cumprindo o que prometeu: as salas de cinema estão lotadas e as opiniões estão pegando fogo!

Mas afinal, o filme é tudo isso mesmo? Vamos te contar os pontos principais sem enrolação.

Uma atuação de arrepiar

O maior medo de todo fã era: “quem vai conseguir interpretar o Michael Jackson?”. A resposta veio de dentro da própria família. Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, não apenas atua; ele parece incorporar o tio.

A voz, o jeito de falar e, principalmente, a dança são tão idênticos que, em vários momentos, você esquece que está vendo um ator. É aquele tipo de performance que já nasce com cheiro de Oscar.

Um show visual (e musical)

O diretor Antoine Fuqua não economizou. O filme é um espetáculo! As cenas que mostram os bastidores de clipes icônicos como Thriller e as turnês mundiais são de tirar o fôlego. Para quem é fã, é um presente; para quem não conhece tanto, é uma aula de como Michael mudou a música para sempre.

A polêmica: O filme “passou pano”?

Aqui é onde a conversa fica séria. O filme foi produzido com o apoio da família de Michael, e isso gerou um debate:

  • A Crítica diz: Muitos especialistas acharam que o filme focou demais no lado “vítima” e “gênio”, deixando de lado as partes mais sombrias e polêmicas da vida dele.
  • O Público diz: Os fãs amaram! Para a maioria das pessoas, o filme finalmente humanizou o homem por trás do ídolo, mostrando o trauma que ele viveu com o pai e a pressão absurda da fama.

No site Rotten Tomatoes, a diferença é clara: enquanto os críticos dão uma nota nota morna (64%), o público deu uma nota quase máxima (96%)!

Sucesso absoluto de bilheteria

Se alguém duvidava do poder do Rei do Pop, os números responderam. O filme custou caro — cerca de 200 milhões de dólares — mas já arrecadou quase 600 milhões no mundo todo! Ele já é a cinebiografia musical mais bem-sucedida de todos os tempos, superando sucessos como o filme do Queen (Bohemian Rhapsody).

O que vem por aí?

O sucesso foi tão grande que as músicas do Michael voltaram ao topo das paradas no Spotify e no YouTube. E tem mais: os produtores já confirmaram que uma continuação está nos planos, para focar nos anos finais da vida do astro.

Veredito final: Vale a pena ver? Com certeza. Mesmo que você não concorde com tudo o que o roteiro mostra, a experiência visual e a atuação de Jaafar Jackson são históricas. É um filme para rir, chorar e, claro, sair do cinema querendo tentar fazer o moonwalk.